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A melhor arquitetura da Cidade do Cabo já chegou ao C-guide

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Fruto da colaboração consolidada entre a Fundación Arquitectura Contemporánea e a Cosentino, o C-guide, concebido como um guia de arquitetura contemporânea com vocação global, continua a alargar o seu âmbito com a incorporação de novas cidades.

 

Após ser lançado ao público com plataforma web e aplicação para dispositivos móveis em dezembro de 2019, o C-guide continua a consolidar-se como montra internacional de arquitetura contemporânea, onde cidades como Londres, Los Angeles, Sydney, Paris, Barcelona, ​​​​Amsterdão, Chicago, Dubai, São Paulo, Córdoba e Xangai, com o objetivo de promover o conhecimento e o reconhecimento das práticas arquitetónicas mais representativas. Assim, após a incorporação da Cidade do Cabo, o C-guide propõe um passeio pelos seus mais de 2.000 projetos, convidando as pessoas a reconhecerem o valor educativo de vivenciar a arquitetura, seja deslocando-se até o local e utilizando a aplicação como ferramenta de viagem.

 

O guia inclui casas unifamiliares notáveis, como a casa Porter de Salta Architects ou a casa OVD525 de Three14Architects, mas também projetos sociais voltados para os setores mais desfavorecidos da sociedade, como o projeto Empower Shack do Urban Think Tank, um projeto inovador baseado em um protótipo de habitação replicável que está tendo grande impacto na melhoria das condições de vida de seus usuários.

 

Os tecidos urbanos informais (#tecidos informais) são uma parte importante da cidade e alguns dos melhores exemplos de arquitetura contemporânea na cidade tentam servir como sementes de regeneração para estes bairros, prestando-lhes serviços comunitários, bem como ajudando a criar identidade. Destacam-se como exemplos deste tipo de projeto as escolas Inkwenkwezi e Ususazo, ambas projetadas por Wolff Architects.

 

A fascinante história recente da África do Sul se reflete em sua arquitetura, com projetos que aspiram construir uma sociedade diversificada, deixando para trás a segregação racial do sistema do apartheid (#pós-apartheid). Projetos como o Thebe Cultural Village do Guga ou a Zip Zap Circus School tentam fazê-lo pela cultura, enquanto outras obras como o Prestwich Street Memorial ou o Robben Island Museum o fazem pela recuperação da memória coletiva. Especialmente significativo nesta área é o projeto habitacional no Distrito Seis, que busca recuperar a memória da resistência anti-apartheid neste local histórico.

 

Uma das operações urbanas mais importantes dos últimos anos é o projeto de regeneração do Victoria & Albert Waterfront, cuja peça central é o museu de arte africana Zeitz MOCAA. Projetado pelo Heatherwick Studio e qualificado como CCC, o projeto reinventa um antigo silo existente extraindo dele todas as suas qualidades espaciais e até esculturais. Além deste projeto, destacam-se outros espaços públicos que fazem parte deste projeto urbano, como o Battery Park ou a incubadora de empresas Watershed, ambos locais abertos e acessíveis aos cidadãos.

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